terça-feira, 7 de abril de 2026

"Dia Mundial da Saúde" – Mário Silva (IA)

 


"Dia Mundial da Saúde"

Mário Silva (IA)



Esta é uma obra vibrante e pedagógica de Mário Silva, que utiliza a sua assinatura visual — a textura densa e a cor expressiva — para celebrar um dos pilares da humanidade.

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A obra é uma composição digital de estilo neo-impressionista, caracterizada por uma técnica que simula generosas camadas de tinta aplicadas com espátula.

A imagem é dominada por um sentido de união e cuidado global.

O Centro: Um globo terrestre detalhado ocupa a base central, simbolizando que a saúde não conhece fronteiras.

Atrás dele, surgem três profissionais de saúde — enfermeira, um médico e uma auxiliar de ação médica — com expressões serenas e confiantes, representando a diversidade e a dedicação das equipas médicas em todo o mundo.

Iconografia: A rodear as figuras centrais, encontramos uma galeria de símbolos fundamentais: a maçã (em várias cores) evocando a nutrição; o coração e o estetoscópio para a saúde cardiovascular; e elementos clínicos como seringas, frascos de soro e a cruz vermelha, que remetem para a ciência e o tratamento.

Cromatismo e Luz: A paleta é extremamente rica, com um céu azul pontuado por nuvens brancas e um sol radiante no canto superior direito.

O título "DIA MUNDIAL DA SAÚDE" aparece no topo, em letras tridimensionais e coloridas, reforçando o carácter celebrativo da peça.

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Saúde Global — Um Compromisso Esculpido na Esperança

O título desta pintura de Mário Silva, "Dia Mundial da Saúde", remete-nos imediatamente para o dia 7 de abril, data em que se assinala a fundação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

No entanto, a obra vai muito além de uma simples efeméride calendarizada; é um manifesto visual sobre a interdependência e a prevenção.

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A Humanidade por Trás do Estetoscópio

Ao colocar os profissionais de saúde a abraçar simbolicamente o globo, o artista sublinha que a saúde global depende de mãos humanas.

A diversidade das figuras representadas é um lembrete de que a doença é universal, mas a resposta a ela deve ser igualmente inclusiva.

A textura rugosa da pintura parece conferir uma "pele" a esta luta diária, tornando o conceito abstrato de "saúde pública" em algo palpável e orgânico.

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O Equilíbrio entre a Ciência e a Natureza

Um dos aspetos mais interessantes da obra é a coexistência da medicina moderna com os hábitos de vida saudáveis.

As maçãs, espalhadas de forma quase lúdica pela composição, recordam o velho adágio: "uma maçã por dia nem sabe o bem que lhe fazia".

Mário não separa o hospital da horta; ele integra a nutrição, o exercício (implícito na vitalidade das cores) e a intervenção clínica como partes de um todo indivisível.

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Um Apelo à Solidariedade Mundial

Numa era de desafios globais, esta pintura funciona como um lembrete de que "ninguém está a salvo até que todos estejam a salvo".

O brilho solar e o céu aberto sugerem um otimismo resiliente.

A obra de Mário Silva não ignora a complexidade do tema, mas escolhe focar-se na cura, no cuidado e na proteção do nosso bem mais precioso: a vida.

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A saúde, tal como a arte de Mário, é feita de camadas: requer a base sólida da ciência, a textura do cuidado humano e a cor da esperança.

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Texto & Obra digital: ©MárioSilva

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segunda-feira, 6 de abril de 2026

“Segunda-feira do Anjo” - Mário Silva (IA)

 


“Segunda-feira do Anjo”

Mário Silva (IA)



Esta obra digital de Mário Silva, intitulada "Segunda-feira do Anjo", encerra o ciclo da Paixão e Ressurreição com uma explosão de luz e esperança, utilizando a técnica de impasto digital para dar corpo e vida ao anúncio angélico.

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A composição é dominada por uma narrativa visual clara que divide a cena entre a humanidade expectante e o divino revelador.

As Mulheres no Sepulcro: No lado esquerdo, três mulheres (as santas mulheres que foram ungir o corpo de Jesus) surgem em atitude de espanto e adoração.

As suas vestes, pintadas com pinceladas vibrantes e texturadas, refletem a luz que emana do túmulo.

O Anjo: No lado direito, sentado sobre uma pedra junto à entrada do sepulcro, encontra-se um anjo de vestes brancas e grandes asas resplandecentes.

O seu gesto é de diálogo e tranquilidade, apontando para o interior do túmulo.

O Sepulcro Vazio: No centro, a grande pedra circular foi rolada, revelando a entrada da gruta de onde emana uma luz branca intensíssima, simbolizando a vitória sobre a morte.

O Texto Integrado: A parte superior da imagem contém uma inscrição com as palavras do Papa Francisco, que explicam o significado teológico e tradicional deste dia.

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Segunda-feira do Anjo – O Eco da Ressurreição

A celebração da Páscoa não termina no Domingo.

Ela prolonga-se na Segunda-feira do Anjo, um dia que, como nos recorda o Papa Francisco, celebra o encontro que mudou o curso da história humana.

A obra de Mário Silva capta o momento exato em que o medo se transforma em anúncio.

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A Pedra que Já Não Prende

Como explica o Papa Francisco na inscrição da obra, as mulheres temiam não poder entrar no sepulcro devido à "grande pedra" que o fechava.

Na pintura, essa pedra surge deslocada, pesada na sua textura de impasto, mas impotente perante o milagre.

O artista utiliza a rugosidade digital para enfatizar a materialidade da pedra, tornando o facto de ela ter sido movida ainda mais extraordinário.

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A Voz que Anuncia a Vida

O anjo não é apenas uma figura celestial na tela; ele é o portador da notícia que as fontes bíblicas narram: "Jesus não está ali, mas ressuscitou".

Enquanto as mulheres aparecem na sombra do caminho, o anjo está banhado pela claridade que vem de dentro do túmulo.

É o contraste entre a dúvida humana e a certeza divina.

A Segunda-feira do Anjo é, assim, o dia da "tradição bonita" que nos convida a ouvir essa voz que nos acalma os medos.

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A Luz da Segunda-feira

Diferente da escuridão do Sábado Santo, esta obra brilha com tons de dourado e azul celeste.

O sol que nasce ao fundo ilumina um novo tempo.

Mário Silva consegue, através da sua arte, personificar as palavras do Sumo Pontífice: o sepulcro aberto não é um sinal de perda, mas de liberdade absoluta.

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Conclusão

"Segunda-feira do Anjo" é mais do que uma ilustração bíblica; é um manifesto de alegria.

Através do olhar de Mário Silva e das palavras de Francisco, somos lembrados de que, por mais pesadas que sejam as "pedras" das nossas vidas, a mensagem da Ressurreição continua a ser uma voz que nos diz que a Vida prevalece.

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Texto & Obra digital: ©MárioSilva

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sábado, 4 de abril de 2026

"Sábado Santo - solidão, tristeza, silêncio e reflexão” – Mário Silva (IA)

 


"Sábado Santo

solidão, tristeza, silêncio e reflexão”

Mário Silva (IA)




Esta obra digital de Mário Silva, intitulada "Sábado Santo", é uma representação visual profunda do vazio e da espera que caracterizam este dia no calendário cristão.

Através de uma técnica de impasto digital carregada de textura, o artista capta a densidade do luto e a solenidade do silêncio.

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"Sábado Santo"

A pintura situa-nos no interior de um túmulo ou cripta de pedra, onde a atmosfera é dominada por tons sombrios de ocre, castanho e azul-noite.

A Figura Central: À esquerda, Maria, a Mãe de Jesus, aparece sentada e curvada sob o peso da dor.

Trajada com um manto azul escuro que se funde com as sombras, as suas mãos estão entrelaçadas numa prece silenciosa e o seu rosto, parcialmente escondido, exprime uma tristeza profunda e resignada.

O Sepulcro: No centro, uma lousa de pedra fria está coberta por um lençol branco (o sudário).

Sobre ele, repousa a coroa de espinhos, agora vazia, simbolizando a ausência do corpo e o fim do suplício físico.

A Luz da Memória: Em primeiro plano, três velas de cera ardem lentamente, soltando fios de fumo que sobem em direção ao teto em arco.

Esta é a única fonte de luz interior, simbolizando a fé que resiste à escuridão.

O Horizonte: Através de uma abertura em arco ao fundo, avista-se o Monte Calvário ao crepúsculo.

As três cruzes desenham-se contra um céu alaranjado e cinzento, servindo como uma recordação muda do que aconteceu no dia anterior.

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O Sábado do Grande Silêncio

O título da obra, "Sábado Santo", remete-nos para o dia mais longo da história da salvação: o dia em que o Verbo se calou e a terra ficou órfã de Deus.

Na prosa visual de Mário Silva, este dia é pintado com as cores da solidão e da reflexão.

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A Solidão que Acompanha

Nesta tela, a solidão não é abandono, mas companhia.

Maria personifica a humanidade que espera sem compreender totalmente.

O impasto digital de Silva, com as suas pinceladas grossas e rugosas, faz com que a pedra do túmulo pareça tão real quanto a dor daquela Mãe.

É um cenário de ausência presente: o corpo de Cristo não está lá, mas cada objeto — a coroa, o lençol, as velas — grita a Sua falta.

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O Silêncio das Pedras

O Sábado Santo é o dia do silêncio absoluto.

Na pintura, o silêncio é captado pela imobilidade da cena.

Não há movimento, apenas o fumo das velas que sobe como uma oração mística.

O arco de pedra funciona como uma moldura para o mundo exterior — um mundo onde o sol se põe sobre as cruzes vazias, deixando para trás um rasto de sangue e fogo no céu.

É o tempo da descida aos infernos, o tempo em que a Vida parece ter sido derrotada pela pedra fria.

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A Reflexão na Penumbra

A luz das velas nesta obra é crucial.

Elas representam a vigília.

Enquanto o mundo dorme no desespero, aquela pequena chama é a reflexão que teima em não apagar.

Mário Silva convida o observador a entrar nesta cripta, a sentar-se ao lado da figura enlutada e a refletir sobre a transitoriedade da vida e a esperança que nasce do solo mais árido.

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Conclusão

"Sábado Santo" é uma meditação sobre a espera.

É o dia do intervalo, onde a tristeza é necessária para que a alegria da manhã seguinte faça sentido.

Através desta obra, somos recordados de que a fé não se prova no brilho do dia, mas na coragem de manter as velas acesas quando tudo o que resta é o silêncio de um sepulcro e a memória de uma cruz ao longe.

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Texto & Obra digital: ©MárioSilva

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quinta-feira, 2 de abril de 2026

"Lava-pés (Quinta-feira Santa)" - Mário Silva (IA)

 


"Lava-pés (Quinta-feira Santa)"

Mário Silva (IA)




Esta obra digital de Mário Silva, é uma representação visualmente densa e espiritualmente carregada de um dos momentos mais humildes e revolucionários do Cristianismo.

Através da sua técnica de impasto digital, o artista confere uma matéria quase escultural a um gesto de puro despojamento.

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"Lava-pés"

A pintura foca-se na interação central entre Cristo e os seus discípulos, num ambiente de luz ténue que acentua a solenidade da Quinta-feira Santa.

O Gesto Central: Jesus, no lado esquerdo da composição, surge ajoelhado — a posição mais baixa da sala.

Veste uma túnica branca e um manto vermelho, segurando um jarro de barro dourado de onde verte água sobre os pés de um dos apóstolos.

Os Discípulos: Os apóstolos estão dispostos em redor da bacia, com expressões que oscilam entre a confusão, o espanto e a aceitação silenciosa.

O apóstolo que recebe o lava-pés, possivelmente Pedro, aparece sentado, com o olhar fixo no gesto de Jesus, transparecendo uma mistura de reverência e hesitação.

Ambiente e Luz: A cena é iluminada por uma vela solitária ao fundo, cujos tons dourados se refletem nas rugas dos rostos e nas dobras das vestes.

As paredes de pedra da sala parecem vibrar com a energia das pinceladas grossas e texturadas.

A Bacia: No centro inferior, uma bacia de barro recolhe a água, simbolizando o local onde a divindade se encontra com a fragilidade humana do caminho percorrido.

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A Água que Lava o Orgulho – O Mistério da Quinta-feira Santa

O título da obra, "Lava-pés", evoca a essência da Quinta-feira Santa, o dia em que o Mestre Se torna escravo para ensinar aos Seus que a maior autoridade é, afinal, o serviço.

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O Deus que se Ajoelha

Na prosa poética de Mário Silva, as cores não são apenas pigmentos, são orações.

O vermelho do manto de Cristo não é apenas cor; é o prenúncio do sacrifício que se avizinha, mas aqui, esse vermelho dobra-se perante o pó da terra.

Ver um Deus ajoelhado perante os pés cansados dos Seus amigos é o choque visual que a técnica de impasto reforça: o amor não é algo etéreo ou abstrato, é pesado, tem textura, exige esforço e envolve as mãos na água e na terra.

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A Lição do Silêncio

Nesta sala, o silêncio é palpável.

Cada pincelada parece conter o eco da pergunta de Pedro: "Senhor, Tu lavas-me os pés a mim?". A resposta de Jesus não vem em palavras, mas no som da água a cair no alguidar.

A Quinta-feira Santa é este limiar — o momento em que a Ceia se torna entrega e o pão se torna corpo.

A pintura capta a transição da glória para a humidade da noite, onde a luz da vela parece ser a última esperança antes das sombras do Getsémani.

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O Reflexo na Bacia

A bacia no chão é o espelho da alma daquela comunidade.

Ao lavar os pés aos Seus, Cristo limpa-lhes não apenas as feridas da viagem, mas as feridas do ego e da disputa.

O "Lava-pés" de Silva recorda-nos que, para entrar no mistério da Páscoa, é preciso primeiro descer até ao chão, deixar que a água nos toque e compreender que ninguém é maior do que aquele que serve.

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Conclusão

Mário Silva consegue, com esta tela digital, transformar um evento histórico num sentimento eterno.

A Quinta-feira Santa, através deste olhar, deixa de ser um rito para se tornar um espelho: somos convidados a ser tanto o que recebe a água, como aquele que, com o jarro na mão, se dispõe a lavar a dor do próximo.

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Texto & Obra digital: ©MárioSilva

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quarta-feira, 1 de abril de 2026

"Dia da Mentira” - Chaves – Portugal - Mário Silva (IA)

 


"Dia da Mentira”
Chaves – Portugal

Mário Silva (IA)



A obra digital de Mário Silva, intitulada "Dia da Mentira” - Chaves - Portugal, apresenta uma interpretação melancólica e inusitada do mito de Pinóquio, situada num cenário histórico português de grande beleza.

No centro da composição, Pinóquio, a icónica marioneta de madeira com a sua clássica gola de marinheiro e laço vermelho, está em pé sobre a milenar Ponte Romana de Chaves.

O seu nariz, estendido a um comprimento colossal e exagerado, estende-se por toda a largura da ponte e para além dela, terminando numa ramificação folhada que quase toca a água do rio Tâmega.

A sua expressão é de profundo pesar e melancolia, olhando para o chão de paralelepípedos.

Ao fundo, a cidade de Chaves, com o seu castelo medieval e torre de menagem, ergue-se sob um céu dramático e nublado, refletido nas águas agitadas do rio.

A pintura é realizada num estilo de arte digital textural que emula a pintura a óleo com pinceladas visíveis, conferindo uma profundidade tátil e histórica à cena.

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O Peso da Verdade num Dia de Mentira

A obra de Mário Silva não é apenas uma imagem pitoresca, mas uma profunda reflexão sobre a mentira e o seu impacto, utilizando o Dia da Mentira como um palco histórico e cultural.

O título, "Dia da Mentira” - Chaves - Portugal, ancora a imagem numa data e local específicos, mas o seu tema é universal.

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O Dia da Mentira, celebrado a 1 de abril, é uma data inusitada no calendário ocidental.

É o único dia em que a mentira e a partida são não só toleradas, mas socialmente aceitáveis e até incentivadas como uma forma de humor.

A sua origem mais popular remonta à mudança do calendário Juliano para o Gregoriano na França do século XVI, quando o Ano Novo foi mudado de 1 de abril para 1 de janeiro.

Aqueles que continuaram a celebrar o Ano Novo em abril foram ridicularizados como "tolos" e alvo de partidas.

Esta tradição de "pregar partidas" espalhou-se pela Europa, incluindo Portugal, onde é comum tentar fazer alguém acreditar em algo absurdo com um inocente "1 de abril, é mentira!".

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Nesta pintura, Mário Silva subverte a natureza lúdica do dia.

Pinóquio, o símbolo universal da mentira cujas consequências são físicas e incontroláveis, não está a rir de uma partida inocente.

Pelo contrário, a sua expressão melancólica e o comprimento exagerado do seu nariz sugerem o peso acumulado de mentiras que têm repercussões reais e de grande alcance.

O facto de o nariz se estender sobre a Ponte Romana de Chaves, um local de passagem pública e de história milenar, sugere que as mentiras podem ter consequências que persistem ao longo do tempo e afetam a comunidade.

A ramificação folhada no final do nariz pode ser interpretada como a forma como as mentiras "criam raízes" e ramificam-se, tornando-se mais difíceis de controlar.

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A escolha de Chaves como cenário, com a sua arquitetura medieval e ponte romana, confere à mentira uma dimensão histórica e coletiva.

A mentira não é apenas um ato individual, mas algo que pode moldar e impactar a história de um local.

A obra torna-se, assim, uma confissão silenciosa e exagerada da fragilidade humana e da importância da verdade, especialmente num dia que, ironicamente, celebra o seu oposto.

É uma reflexão poderosa sobre a responsabilidade da palavra e o peso da mentira, mesmo quando disfarçada de brincadeira.

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Texto & Obra digital: ©MárioSilva

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terça-feira, 31 de março de 2026

"Parábola das Dez Virgens" – Mário Silva (IA)

 

"Parábola das Dez Virgens"

Mário Silva (IA)



Esta obra digital de Mário Silva, intitulada "Parábola das Dez Virgens", é uma representação vibrante e texturada de uma das passagens mais profundas do Evangelho, captada através da técnica de impasto digital que confere à cena uma tridimensionalidade quase táctil.

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A composição divide-se num contraste dramático entre a luz divina e a obscuridade do mundo.

O Portal da Luz: À esquerda, um arco de pedra monumental abre-se para um interior banhado por uma luz dourada e calorosa.

No centro deste limiar, surge a figura de Jesus (o Noivo), vestido de branco, num gesto de acolhimento e bênção.

As Virgens Prudentes: Cinco figuras femininas entram no recinto, com semblantes serenos e as suas lâmpadas acesas, simbolizando a vigilância e a preparação espiritual.

As Virgens Néscias: Do lado direito, sob um céu noturno profundo com uma lua crescente e estrelas cintilantes, encontram-se as outras cinco mulheres.

Estas surgem em atitude de desespero e súplica, com as suas lâmpadas apagadas (vê-se apenas o fumo de uma que se extinguiu), representando aqueles que não se prepararam para a chegada do Noivo.

Estilo Visual: A técnica de pinceladas grossas e sobrepostas cria um relevo que acentua a rusticidade das paredes de pedra e o brilho místico das chamas.

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O Azeite da Esperança na Terça-feira Santa

O título da pintura, "Parábola das Dez Virgens", e a inscrição "Terça-feira Santa", transportam-nos para o coração da Semana Maior, num momento de profunda introspeção e alerta espiritual.

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O Limiar do Eterno

Na tradição cristã, a Terça-feira Santa é o dia em que se recordam os últimos ensinamentos de Cristo em Jerusalém, parábolas que falam da necessidade de estarmos prontos.

A obra de Mário Silva capta precisamente esse instante do "já e ainda não".

O portal não é apenas uma entrada física, é a fronteira entre o tempo dos homens e a eternidade de Deus.

A luz que emana de Cristo é a resposta ao anseio humano, mas é uma luz que exige reciprocidade: a chama da lamparina.

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O Azeite que não se Compra

A prosa poética desta imagem reside no simbolismo do azeite.

Na parábola, as virgens prudentes não podem partilhar o seu óleo com as néscias.

Isto não é falta de caridade, mas a constatação artística e teológica de que a vida interior é intransmissível.

O azeite é o tempo gasto na oração, é o silêncio do coração, são as obras de amor que ninguém pode fazer por nós.

Na tela, as mulheres na escuridão estendem as mãos, mas o seu óleo acabou; a sua luz era apenas uma aparência que não resistiu à espera da noite.

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A Noite da Vigilância

O céu azul profundo, pintado com movimentos circulares que parecem fazer o universo girar, recorda-nos que a vida é uma vigília.

A Terça-feira Santa prepara-nos para o mistério da Paixão, lembrando-nos que o "Noivo" pode chegar a qualquer hora.

A pintura convida o observador a perguntar-se: "Tenho azeite na minha lâmpada?".

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Mário Silva transforma o texto bíblico numa experiência sensorial.

Através do calor do amarelo e do frio do azul, ele desenha a dualidade da alma humana.

Esta obra é um manifesto sobre a responsabilidade da fé.

Naquela soleira de pedra, onde Cristo espera, a arte recorda-nos que a salvação é um convite aberto, mas a entrada exige uma luz que nasce de dentro, alimentada pelo azeite da paciência e da entrega, antes que a porta, por fim, se feche ao som do tempo que se esgota.

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Texto & Obra digital: ©MárioSilva

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domingo, 29 de março de 2026

"Domingo de Ramos - a Entrada Triunfal de Jesus em Jerusalém" - Mário Silva (IA)

 


"Domingo de Ramos

a Entrada Triunfal de Jesus em Jerusalém"

Mário Silva (IA)



Esta obra da coleção de Mário Silva afasta-se do realismo fotográfico para abraçar uma estética pictórica digital vibrante, celebrando um dos momentos mais solenes e alegres do calendário cristão.

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A obra é uma pintura digital executada com uma técnica que emula o estilo impressionista e a pincelada impasto (textura densa).

Jesus Cristo ocupa o centro da composição, montado num jumento cinzento, com a mão direita levantada num gesto de bênção.

Traja uma túnica branca radiante e uma capa vermelha vibrante, simbolizando simultaneamente a sua pureza e o seu futuro sacrifício (paixão).

A cena é inundada por uma luz dourada e celestial que emana da figura central, criando uma aura de santidade.

À volta de Jesus, uma multidão exultante agita ramos de palmeira e estende mantos coloridos sobre o caminho de pedras, cumprindo o ritual de acolhimento de um rei.

Ao fundo, as muralhas e torres de Jerusalém erguem-se sob um céu dinâmico, reforçando a escala épica e histórica do momento.

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A Entrada Triunfal – O Rei Humilde e o Destino da Cruz

O título "Domingo de Ramos - a Entrada Triunfal de Jesus em Jerusalém" remete-nos para o evento que marca o início da Semana Santa.

Mais do que uma simples celebração, esta pintura digital de Mário Silva ilustra um paradoxo teológico profundo: o triunfo que precede a entrega.

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Os Factos do Momento

Segundo os Evangelhos, Jesus entrou em Jerusalém montado num jumento, um animal de carga e de paz, cumprindo a profecia de Zacarias (9, 9): "Eis que o teu Rei vem a ti... humilde e montado num jumento".

O Acolhimento: A multidão, que estava na cidade para a Páscoa judaica, recebeu-o como o Messias esperado, gritando "Hossana ao Filho de David!".

Os Ramos e os Mantos: Espalhar ramos e vestes no caminho era um costume antigo para honrar a chegada de um monarca ou de um vencedor militar.

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Significado Teológico para os Católicos

Para a Igreja Católica, este momento é carregado de simbolismo:

A Realeza Humilde: Jesus rejeita o cavalo de guerra dos conquistadores romanos.

O seu reino não se baseia na força militar, mas na humildade e no serviço.

O Cumprimento das Escrituras: A entrada em Jerusalém confirma Jesus como o Cristo, o ungido de Deus, que entra na Cidade Santa para cumprir a sua missão redentora.

O Contraste da Fé: O Domingo de Ramos recorda a fragilidade da aclamação humana.

A mesma multidão que o recebeu com cânticos de alegria, dias depois, clamaria pela sua crucificação.

Isto ensina aos fiéis a importância da constância na fé, mesmo perante a provação.

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A Obra como Instrumento de Meditação

Mário Silva utiliza cores quentes e uma luz quase palpável para transmitir a energia e a esperança daquele dia.

A escolha da capa vermelha em Jesus não é acidental; ela antecipa o sangue que será derramado na Sexta-feira Santa.

Para o observador católico, esta imagem é um convite a entrar na Semana Santa com o mesmo espírito de entrega: reconhecendo Jesus como Senhor, mas estando ciente de que o caminho para a Glória passa, inevitavelmente, pelo Calvário.

"A entrada em Jerusalém é o momento em que o divino toca o chão das pedras humanas, transformando um caminho de pó num tapete de esperança eterna."

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Texto & Obra digital: ©MárioSilva

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"O rebulício na cidade Invicta” (estória) – Mário Silva (IA)

  "O rebulício na cidade Invicta” (estória) Mário Silva (IA) O Caleidoscópio da Invicta A manhã na cidade do Porto nunca desperta e...